Há alguns anos atrás eu estava muito viciada em assistir filmes europeus. Principalmente do leste europeu.
Lembro de ter assistido ao menos algumas vezes os de Krzystof Kieslowski, como o seu muito poético "A liberdade é azul", que sempre foi dos meu filmes prediletos e ainda ocupa um lugar especial no meu coração.
Acontece que esses filmes são sempre muito tristes e retratam quase sempre uma perspectiva muito pessimista e melancólica da vida, um pouco de como acredito que os europeus enxergam a vida (será?).
Ode à tristeza? Sinceramente, tô fora! Podem me chamar de alienada, mas prefiro alimentar a alegria.